SUMÁRIO

4.3. Educação Física

Na contemporaneidade, a Educação Física escolar continua sendo permeada e influenciada pela diversidade de abordagens pedagógicas que, desde o final da década de 1970, apontam questionamentos pertinentes a respeito da importância e relevância da Educação Física no ambiente escolar e social.

De maneira geral, essa efervescência no campo das ideias não estabeleceu consenso para a área, entendida por estudiosos de variadas formas, ou seja, como área que trata da saúde, como área que lida com o movimento humano, como integrante exclusiva das ciências naturais/ciência da saúde, desconsiderando, conforme ressalta Daolio (2010), a clara interface com as ciências humanas.

Além disso, a Educação Física também não foi entendida, valorizada e incorporada por meio de políticas públicas, como fundamental ao processo de humanização possível pela escola. Fato que, como consequência, desencadeou, de maneira geral, problemas como a precarização dos tempos/espaços destinados a essa área, a diminuição das horas/aulas semanais, o aumento do número de estudantes por turma, a diminuição da autonomia de ação dos/as professores/as, a escassez dos recursos didático-pedagógicos, a estagnação e superficialização na forma de abordar os conteúdos, dentre tantas outras problemáticas que interferem no trabalho pedagógico docente e, consequentemente, no processo de ensino e de aprendizagem dos estudantes.

Nesse sentido, a Educação Física passou (e continua passando) por uma “crise epistemológica”, que se reflete nos currículos escolares. Esse período ainda é marcado pelas discussões no campo do saber e seu objeto de Ensino/Estudo articulador da práxis pedagógica. No entanto, emerge no campo acadêmico uma vasta produção científica e pesquisas empíricas respaldadas em diversas concepções, na atualidade, principalmente as chamadas “renovadoras”, “críticas” e “pós-críticas”. Tais produções - no que é possível aproximá-las, guardadas as diferenças teóricas e metodológicas inerentes a cada uma - trabalham com concepções de uma Educação Física crítica aos paradigmas da aptidão física, da saúde e do treinamento esportivo, e que supera a perspectiva de atividade como o mero “fazer”, reconhecendo-a como uma área do conhecimento importante para a formação humana integral dos estudantes, que permite visualizar novos conceitos para um corpo que sente, age e pensa.

A multiplicidade de formas de pensamento, interpretações e concepções teórico-metodológicas, embora aponte para caminhos por vezes distintos, favorece o debate e a possibilidade de avanço da Educação Física escolar, visando à sua contribuição significativa em relação à função social que a escola vem assumindo nestes tempos, ou seja, de corresponsabilidade no processo de formação humana integral para uma ação crítica e transformadora diante da sociedade e da vida pública, ansiando pela (re)construção de uma sociedade verdadeiramente justa e democrática, por meio da equidade social.

Entende-se que é de fundamental importância termos clareza da função social da Educação Física na escola, para definirmos a nossa prática pedagógica em consonância com os propósitos da mesma. Assim, pode-se dizer que tal função social consiste em contribuir significativamente no processo de formação humana integral dos sujeitos construtores da sua própria história e da cultura, críticos e criativos, capazes de identificar e reconhecer seu próprio corpo e os dos demais, seus limites e possibilidades. Nesse sentido, as experiências oportunizadas por meio da diversidade de conhecimentos e conteúdos possíveis de serem tematizados nas aulas de Educação Física exigem uma leitura crítica da realidade, no sentido de transformá-los em possibilidades de experiências significativas e adequadas às características dos estudantes e em objetos de análise e investigação pedagógica.

Diante da diversidade de objetos de Ensino/Estudo propostos e defendidos para a Educação Física escolar, a Cultura Corporal insere a área em um projeto educativo significativo, visando a garantir aos estudantes o acesso aos conhecimentos historicamente produzidos pela humanidade e culturalmente desenvolvidos pelos diversos povos, assim como o acesso à reflexão crítica a respeito das inúmeras manifestações ou práticas corporais que podem e devem ser desenvolvidas no ambiente escolar, “na busca de contribuir com um ideal mais amplo de formação de um ser humano crítico e reflexivo, reconhecendo-se como sujeito, que é produto, mas também agente histórico, político, social e cultural” (PARANÁ, 2008, p. 49).

Compreender a Educação Física a partir de um contexto mais amplo significa entendê-la na sua totalidade, ou seja, compreender que exerce influência e também é influenciada pelas interações que se estabelecem por meio das relações sociais, culturais, políticas, econômicas, religiosas, étnico-raciais, de orientação sexual, de gênero, de geração, de condição física e mental entre outras, enfatizando o respeito à pluralidade de ideias e à diversidade humana. Diante disso, a ação pedagógica da Educação Física deve estimular o acesso e a reflexão ao acervo de formas e representações do mundo que o ser humano tem produzido, exteriorizadas pela expressão corporal por meio de Jogos, Brincadeiras, Danças, Lutas, Ginásticas, Esportes, Práticas corporais de aventura, dentre outras, levando em consideração o contexto sociocultural da comunidade educativa (COLETIVO DE AUTORES, 2012).

Desta forma, entende-se que cabe aos(às) professores(as) de Educação Física, junto com os estudantes, identificar, vivenciar, pesquisar, problematizar, analisar, (re)significar e (re)construir a diversidade de manifestações da Cultura Corporal, historicamente e culturalmente produzidas e socializadas, visando à compreensão mútua de sentidos e significados impregnados em tais práticas, por meio da valorização dos diversos saberes experienciados nas diversas realidades vividas, inclusive fazendo uso, de forma crítica e responsável, das Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC e das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação - TDIC, no sentido de ampliação das formas de acesso à diversidade cultural humana.

No cotidiano escolar, a Educação Física pode ampliar ainda mais sua importância pedagógica à medida que, por meio do seu objeto de Ensino/Estudo, estabelece relações dialéticas com conceitos, fundamentos e teorias tradicionalmente abordados em outras áreas. Isso se torna fundamental para a reflexão pedagógica dos estudantes em uma perspectiva que possibilite o entendimento de totalidade das manifestações da Cultura Corporal. O tratamento articulado dos conhecimentos sistematizados nos diferentes componentes curriculares e áreas do conhecimento permite aos estudantes constatar, interpretar, compreender e explicar a realidade social complexa, possibilitando diferentes formas de ler e interpretar o mundo, com vistas à transformar suas realidades na medida em que vão se apropriando dos conhecimentos científicos universais sistematizados pelas diferentes ciências ou áreas do conhecimento.

Com base no exposto anteriormente, neste documento são apresentados os Direitos e Objetivos de Aprendizagem da Educação Física para o Ensino Fundamental, levando em consideração o contido na versão homologada da Base Nacional Comum Curricular da Educação Básica - BNCC (BRASIL, 2017) e especificidades de documentos orientadores da educação no Estado do Paraná, dentre eles as Diretrizes Curriculares Orientadoras da Educação (PARANÁ, 2008) e Currículos de municípios e redes, propiciando subsídios para a elaboração ou reelaboração dos Currículos e das Propostas Pedagógicas Curriculares da Educação Básica das escolas e redes de ensino públicas e privadas do Estado do Paraná.

O presente Referencial Curricular do Paraná: Princípios, Direitos e Orientações – Educação Física traz uma diversidade de objetos de conhecimento a serem tematizados pela Educação Física na escola, visando à democratização do acesso às diferentes manifestações da Cultura Corporal. Nesse sentido, entende-se que as vivências corporais sejam experienciadas a partir da atribuição de sentidos e significados enquanto princípios básicos para as aulas, que se justificam nos conhecimentos historicamente acumulados pela humanidade, muitos dos quais foram e ainda são simplesmente negados na escola. Tais conhecimentos serão imprescindíveis para a compreensão da própria prática social, bem como para uma apreensão crítica, reflexiva e com vistas à superação e transformação de contradições sociais por parte de todos os envolvidos no processo.

Neste Referencial, os objetos de conhecimento e respectivos objetivos de aprendizagem estão organizados em seis unidades temáticas que serão abordadas durante os anos do Ensino Fundamental. Conforme a BNCC (BRASIL, 2017) essas unidades são: Brincadeiras e Jogos, Esportes, Ginásticas, Danças, Lutas e Práticas Corporais de Aventura.

Diante do exposto, este documento procura auxiliar na superação de problemáticas históricas relacionadas à fragmentação dos  e consequente ruptura na transição das etapas do Ensino Fundamental, apresentado uma sequência para o processo de ensino e aprendizagem das unidades temáticas, objetos do conhecimento e objetivos de aprendizagem ao longo dos anos escolares do Ensino Fundamental, considerando a possibilidade de inserção de novas unidades temáticas, objetos de conhecimento e objetivos de aprendizagem, de acordo com a realidade, viabilidade e anseios próprios e característicos de cada instituição escolar do Estado do Paraná. Ressalta-se ainda a importância de se respeitar as especificidades e características próprias das escolas que ofertam as modalidades de Educação do Campo, Educação Especial, Educação Escolar Indígena, Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Quilombola, Educação Profissional e Educação à Distância.

Por meio da articulação entre as unidades temáticas e os respectivos objetos de conhecimento e objetivos de aprendizagem, a Educação Física deverá garantir aos estudantes direitos de aprendizagem específicos durante todo o Ensino Fundamental. São eles:

  1. Compreender as origens das manifestações da Cultura Corporal e seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual, levando em consideração as constantes transformações sociais.
  2. Planejar e empregar estratégias para resolver desafios e aumentar as possibilidades de aprendizagem das manifestações da Cultura Corporal, além de se envolver no processo de ampliação do acervo cultural de forma crítica.
  3. Refletir, criticamente, a respeito das relações entre a vivência das manifestações da Cultura Corporal e os processos de formação humana integral.
  4. Identificar a multiplicidade de padrões de desempenho, saúde, beleza e estética corporal, analisando criticamente os modelos disseminados pelas mídias, e discutir posturas consumistas e preconceituosas.
  5. Identificar as formas de produção dos preconceitos, compreender seus efeitos e combater posicionamentos discriminatórios em relação às manifestações da Cultura Corporal e aos seus participantes.
  6. Interpretar e recriar os valores, os sentidos e os significados atribuídos às diferentes manifestações da Cultura Corporal, bem como aos sujeitos que delas participam.
  7. Reconhecer as manifestações da Cultura Corporal como elementos constitutivos da identidade histórica e cultural dos povos e grupos, respeitando e acolhendo as diferenças.
  8. Usufruir das manifestações da Cultura Corporal de forma autônoma para potencializar o envolvimento em tempos/espaços de Lazer, garantido como direito social, ampliando as redes de sociabilidade e a promoção da saúde individual e coletiva.
  9. Reconhecer o acesso às manifestações da Cultura Corporal como direito dos cidadãos, propondo e produzindo alternativas para sua realização no contexto comunitário.
  10. Experimentar, desfrutar, apreciar, vivenciar e (re)criar diferentes Brincadeiras, Jogos, Danças, Ginásticas, Esportes, Lutas, Práticas corporais de aventura e outras manifestações da Cultura Corporal, valorizando o trabalho coletivo, o protagonismo e a inclusão social.

É importante salientar que a organização das unidades temáticas se baseia na compreensão de que o lúdico pode ser enfatizado em todas as manifestações da Cultura Corporal, ainda que essa não seja a única finalidade da Educação Física na escola. Ao experienciar Brincadeiras, Jogos, Esportes, Ginásticas, Danças, Lutas, Práticas corporais de aventura dentre outras manifestações, para além da ludicidade, os estudantes se apropriam das lógicas intrínsecas a essas manifestações (regras, códigos, rituais, sistemáticas de funcionamento, organização, táticas etc.), assim como estabelecem relações entre si e com a sociedade por meio das representações e dos significados que lhes são atribuídos.

Por essa razão, a delimitação dos objetivos de aprendizagem privilegia oito dimensões de conhecimento inter-relacionadas:

Infográfico com os Objetivos de aprendizagem

  • Experimentação: refere-se à dimensão do conhecimento que se origina pela vivência das manifestações da Cultura Corporal, pelo envolvimento corporal na realização das mesmas;
  • Uso e apropriação: refere-se ao conhecimento que possibilita ao estudante ter condições de realizar de forma autônoma a diversidade de manifestações da Cultura Corporal;
  • Fruição: implica a apreciação estética das experiências sensíveis geradas pelas vivências corporais, bem como das diferentes manifestações da Cultura Corporal oriundas dos diversos períodos e momentos históricos, lugares e grupos;
  • Reflexão sobre a ação: refere-se aos conhecimentos originados na observação e na análise das próprias vivências da Cultura Corporal e daquelas realizadas por outros;
  • Construção de valores: vincula-se aos conhecimentos originados em discussões e vivências no contexto da tematização das manifestações da Cultura Corporal, que possibilitam a aprendizagem de valores e normas voltados ao exercício da cidadania em prol transformação em uma sociedade verdadeiramente justa e democrática, por meio da equidade social;
  • Análise: está associada aos conceitos necessários para entender as características e o funcionamento das manifestações da Cultura Corporal;
  • Compreensão: está também associada ao conhecimento dos conceitos, referindo-se ao esclarecimento do processo de inserção das manifestações da Cultura Corporal no contexto sociocultural, reunindo saberes que possibilitam compreender o lugar da Cultura Corporal no mundo;
  • Protagonismo comunitário: refere-se às ações e conhecimentos necessários para os/as estudantes participarem, de forma confiante e autoral, em decisões e ações orientadas a democratizar o acesso das pessoas às manifestações da Cultura Corporal, tomando como referência valores favoráveis à convivência e transformação social.

Não há intenção hierárquica entre as dimensões do conhecimento, tampouco uma ordem pré-estabelecida para o desenvolvimento do trabalho pedagógico. O tratamento com cada dimensão, no decorrer dos anos de escolaridade, exige diferentes abordagens, graus de complexidade e amplitude para que se tornem relevantes e significativas, uma vez que “o conhecimento não é pensado por etapas. Ele é construído no pensamento de forma espiralada e vai se ampliando” (COLETIVO DE AUTORES, 2012, p. 21). Considerando os conhecimentos e conteúdos inerentes à Educação Física, é importante que cada dimensão seja sempre abordada de modo integrado com as demais, levando-se em conta sua natureza vivencial, experiencial e subjetiva.

Inúmeros são os aspectos que influenciam a práxis pedagógica dos/as professores/as de Educação Física. Dentre eles, as condições e a valorização do trabalho, o comprometimento demonstrado no exercício da profissão e a conscientização a respeito da importância da formação continuada (BRASIL, 2014; PARANÁ, 2015). Além disso, a atitude reflexiva dos/as professores/as, as reuniões pedagógicas das escolas e as horas necessárias ao planejamento de qualidade das aulas também devem ser momentos propícios para a revisão de conceitos, métodos e práticas pedagógicas. Outro aspecto importante é em relação à pesquisa e, consequentemente, ao papel de educador pesquisador que, ao refletir sobre sua própria prática, vislumbra mudanças qualitativas de atitudes por meio do aumento crescente do nível de consciência e de conhecimentos a respeito de uma determinada questão e/ou conteúdo inerente à práxis pedagógica.

A trajetória histórica da Educação Física escolar tem mostrado avanços e retrocessos no que diz respeito às práticas pedagógicas identificadas nas escolas. Historicamente, o fato de haver mudança nas propostas pedagógicas não garante a sua materialização efetiva e qualitativa, uma vez que as práticas pedagógicas presentes no cotidiano escolar também são determinadas, conscientemente ou não, pelas concepções de mundo, de ser humano, de sociedade, de educação, de escola, de ensino e de aprendizagem dos autores desse ambiente.

Com o propósito de contribuir para a elaboração e reelaboração dos Currículos e das Propostas Pedagógicas Curriculares da Educação Básica das redes de ensino do Estado do Paraná, apresentam-se a articulação entre as unidades temáticas, objetos de conhecimento e objetivos de aprendizagem da Educação Física, considerando o aprendizado necessário para cada ano do Ensino Fundamental.

A seguir, apresenta-se o organizador curricular, contendo os objetos de conhecimento e os objetivos de aprendizagem da Educação Física, organizados a partir das unidades temáticas, considerando-se o aprendizado necessário para cada ano do Ensino Fundamental, no intuito de contribuir para a reorganização e reelaboração das Propostas Pedagógicas Curriculares da Educação Básica das redes de ensino do estado do Paraná. Além do organizador curricular o documento apresenta um glossário de termos e um quadro sugestivo de conteúdos específicos relacionados aos objetos de conhecimento.

 

Unidades Temáticas/Ano
Brincadeiras e Jogos Brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário local e regional Brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário local e regional Brincadeiras e jogos de matrizes Indígena e Africana Brincadeiras e jogos populares e tradicionais do Brasil Brincadeiras e jogos populares e tradicionais do Mundo Jogos de tabuleiro Jogos eletrônicos/Jogos eletrônicos de movimento Jogos dramáticos Jogos cooperativos
Esportes Jogos esportivos de precisão Jogos esportivos de marca Jogos esportivos de campo e taco Jogos esportivos de rede/parede Jogos esportivos de invasão Esportes de marca Esportes técnico-combinatórios Esportes de rede/parede Esportes de campo e taco
Esportes de precisão Esportes de invasão Esportes de invasão Esportes de combate
Ginásticas Ginástica Geral e o reconhecimento do corpo Ginástica Geral e o reconhecimento do corpo Ginástica Geral Ginástica Geral Ginástica Geral Ginástica circense Ginástica de condicionamento físico Ginástica de conscientização corporal Ginástica de conscientização corporal
Danças Brincadeiras cantadas e cantigas de roda Danças do contexto comunitário local e regional Danças do Brasil Danças de matrizes Indígena e Africana Danças do Mundo Danças criativas Danças urbanas Danças circulares Danças de salão
Lutas     Jogos de luta Lutas do contexto comunitário local e regional Lutas de matrizes Indígena e Africana Lutas do Brasil Lutas do Mundo Lutas do Mundo  
Práticas corporais de aventura     Jogos de aventura Jogos de aventura Jogos de aventura Práticas corporais de aventura urbanas Práticas corporais de aventura urbanas   Práticas corporais de aventura na natureza

 

 

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